Não tenho regado o jardim...
Não. Ainda não estou de férias :)
Volto Já!
10/07/09
29/06/09
Treino Abençoado
Ontem senti grande leveza no treino pela manhã.
Estavam a cair os últimos pingos das fortes chuvadas matutinas quando saí. Ainda se sentiam umas gotas, como que uma aspersão divina e assim se manteve até ao retorno a casa.
No meu presente local de eleição para treinar (Olaias, Parque da Bela-Vista) os trilhos nem estavam encharcados. Eu quase que sentia a terra a absorver o néctar dos céus.
Os verdes brilhavam, tal era a vida (prana) que irradiava. A terra estava macia. Sentia pureza no ar.
No parte final do treino, pude ainda desfrutar das ervas molhadas a refrescarem os musculos. Soube melhor que uma massagem!
“A água tudo lava!” – diz o povo. No decorrer do treino senti várias faces desse líquido precioso: Pureza, Limpeza, Consciência, Bênção.
O que eu realmente gostei foi de sentir a Natureza viva! Sentia-se que a água reanimou todos os Seres e a energia fluía naturalmente de tudo para tudo. E estar no centro foi muito especial.
Abençoada chuva!
Estavam a cair os últimos pingos das fortes chuvadas matutinas quando saí. Ainda se sentiam umas gotas, como que uma aspersão divina e assim se manteve até ao retorno a casa.
No meu presente local de eleição para treinar (Olaias, Parque da Bela-Vista) os trilhos nem estavam encharcados. Eu quase que sentia a terra a absorver o néctar dos céus.
Os verdes brilhavam, tal era a vida (prana) que irradiava. A terra estava macia. Sentia pureza no ar.
No parte final do treino, pude ainda desfrutar das ervas molhadas a refrescarem os musculos. Soube melhor que uma massagem!
“A água tudo lava!” – diz o povo. No decorrer do treino senti várias faces desse líquido precioso: Pureza, Limpeza, Consciência, Bênção.
O que eu realmente gostei foi de sentir a Natureza viva! Sentia-se que a água reanimou todos os Seres e a energia fluía naturalmente de tudo para tudo. E estar no centro foi muito especial.
Abençoada chuva!
Privilégio
Na semana passada estive a dar massagem em casa de um paciente.
Foi uma sessão muito agradável. Os acontecimentos fluíam. Era onde tínhamos de estar.
Um dos pontos exteriorizáveis era a vista da habitação, sita na zona do Chiado.
No último andar, o rio estava aos nossos pés. Sentia-se a imensidão do espaço visível.
O Sol a pousar sobre a foz do rio pincelava o céu com tons rosa, violeta, roxo.
Sentindo-me privilegiado, afirmo que poucos SPAS podem proporcionar tamanha visão.
Foi uma sessão muito agradável. Os acontecimentos fluíam. Era onde tínhamos de estar.
Um dos pontos exteriorizáveis era a vista da habitação, sita na zona do Chiado.
No último andar, o rio estava aos nossos pés. Sentia-se a imensidão do espaço visível.
O Sol a pousar sobre a foz do rio pincelava o céu com tons rosa, violeta, roxo.
Sentindo-me privilegiado, afirmo que poucos SPAS podem proporcionar tamanha visão.
Sublime Bem-Aventurança
É como melhor posso exteriorizar o que senti na 6ª passada, durante a sessão de Meditação na ALBA.
O Silêncio Interior imperou. A Alma era tangível. O Néctar Divino, Amrita, abençoou todo o nosso Ser.
Os cânticos dinâmicos e poderosos, qual uma multidão de vozes!
Gratidão! Gratidão! Gratidão!
O Silêncio Interior imperou. A Alma era tangível. O Néctar Divino, Amrita, abençoou todo o nosso Ser.
Os cânticos dinâmicos e poderosos, qual uma multidão de vozes!
Gratidão! Gratidão! Gratidão!
Ginjal
Depois muitos ensaios, a peça “O Ginjal” começa a despontar.
Têm sido muitas horas de ensaio no Hiato com a companhia EclipseArte para montar a peça. Tem sido um convívio muito saudável e a descoberta de algo mais dentro de mim.
Não posso dizer que sou actor mas a representação tem-me trazido novas perspectivas.
Ajudou-me a sentir ainda mais quando é o Ego e quando é o Ser a agir. Passei a perceber a diferença de sentir entre quando SOU, e quando sou. A distanciar-me e a ajudar a desconstruir as máscaras. A clarificar o quão somos actores durante quase toda a nossa vida e até nos momentos mais íntimos.
Estamos afastados do nosso centro. Daí deriva todo a nossa turbulência interior. Temos de ir ao encontro de nós mesmos. Quanto mais nos aproximamos de Nós mesmos, vamos sentindo mais e mais que a Felicidade e o Amor Puro despontam. Como sentimentos naturais que são.
Não admira que a maior parte de nós se sinta insatisfeito, estranhos a nós mesmos, sentindo uma certa desorientação no correr da vida.
Agarramo-nos ao trabalho, à família e aos bens na tentativa de eles funcionarem como pilares. Mas percebemos que o que existe no exterior não perdura. Apenas aquilo que somos realmente é que nos acompanha em cada momento, para toda a vida.
Os bens, pessoas, empregos, hobbies; vêm e vão a um ritmo que não sabemos controlar. A nossa sabedoria estará sempre connosco.
Os anéis mudam, os dedos serão sempre os mesmos. Assim também é o Universo.
“Nada se perde, tudo se transforma” já dizia o sábio. Analisando sob várias perspectivas, tinha razão.
Como podemos perder algo que não nos pertence? Como podemos perder alguém (alguém é nosso/nós somos de alguém)? Como podemos deixar de existir?
Fizeram-nos acreditar que se comprarmos algo então esse objecto é nosso. Se assinarmos um papel, esse bem é nosso. Se alguém está connosco, então é nosso. Se o corpo deixa de ser sustentável para a vida, então deixamos de existir. Esqueceram-se de assegurar o período.
Tudo existe por um período: o Sol, as estações, a dor, a alegria, a juventude, os dinossáurios, as convenções sociais, mitos urbanos, amor humano.
Tudo sempre existiu e sempre existirá. A manifestação neste plano é que sofre mudanças.
O Sol era ligeiramente diferente no inicio e irá sempre mudar. O nosso querido planeta Terra está em perpétua mudança, ora proporcionando abrigo a umas espécies, ora a outras. A nossa Consciência muda ao longo da vida.
Mais uma experiência muito enriquecedora!
Também fica o convite para as próximas apresentações do Work In Progress do Ginjal.
Têm sido muitas horas de ensaio no Hiato com a companhia EclipseArte para montar a peça. Tem sido um convívio muito saudável e a descoberta de algo mais dentro de mim.
Não posso dizer que sou actor mas a representação tem-me trazido novas perspectivas.
Ajudou-me a sentir ainda mais quando é o Ego e quando é o Ser a agir. Passei a perceber a diferença de sentir entre quando SOU, e quando sou. A distanciar-me e a ajudar a desconstruir as máscaras. A clarificar o quão somos actores durante quase toda a nossa vida e até nos momentos mais íntimos.
Estamos afastados do nosso centro. Daí deriva todo a nossa turbulência interior. Temos de ir ao encontro de nós mesmos. Quanto mais nos aproximamos de Nós mesmos, vamos sentindo mais e mais que a Felicidade e o Amor Puro despontam. Como sentimentos naturais que são.
Não admira que a maior parte de nós se sinta insatisfeito, estranhos a nós mesmos, sentindo uma certa desorientação no correr da vida.
Agarramo-nos ao trabalho, à família e aos bens na tentativa de eles funcionarem como pilares. Mas percebemos que o que existe no exterior não perdura. Apenas aquilo que somos realmente é que nos acompanha em cada momento, para toda a vida.
Os bens, pessoas, empregos, hobbies; vêm e vão a um ritmo que não sabemos controlar. A nossa sabedoria estará sempre connosco.
Os anéis mudam, os dedos serão sempre os mesmos. Assim também é o Universo.
“Nada se perde, tudo se transforma” já dizia o sábio. Analisando sob várias perspectivas, tinha razão.
Como podemos perder algo que não nos pertence? Como podemos perder alguém (alguém é nosso/nós somos de alguém)? Como podemos deixar de existir?
Fizeram-nos acreditar que se comprarmos algo então esse objecto é nosso. Se assinarmos um papel, esse bem é nosso. Se alguém está connosco, então é nosso. Se o corpo deixa de ser sustentável para a vida, então deixamos de existir. Esqueceram-se de assegurar o período.
Tudo existe por um período: o Sol, as estações, a dor, a alegria, a juventude, os dinossáurios, as convenções sociais, mitos urbanos, amor humano.
Tudo sempre existiu e sempre existirá. A manifestação neste plano é que sofre mudanças.
O Sol era ligeiramente diferente no inicio e irá sempre mudar. O nosso querido planeta Terra está em perpétua mudança, ora proporcionando abrigo a umas espécies, ora a outras. A nossa Consciência muda ao longo da vida.
Mais uma experiência muito enriquecedora!
Também fica o convite para as próximas apresentações do Work In Progress do Ginjal.
27/06/09
CAT – o Fim do Ano Lectivo
Com o Verão já instalado e Junho a finalizar, as aulas tendem a parar, só sendo retomadas em Setembro.
Este ritmo reflecte-se em tudo à nossa volta. Até na cidade em si. Nota-se que há menos tensão não ar. Tudo se torna progressivamente mais tranquilo. Até que em Agosto, a cidade quase que pára. Cada ano que passa mais desfruto da cidade em Agosto. Lisboa torna-se mais acolhedora, parece que fica maior e torna-se mais cosmopolita.
No CAT também. As aulas estão a terminar e os campos de férias, a começar.
Por sugestão da Direcção na terça passada, tivemos a última sessão antes do regresso às aulas, em Setembro.
Foi uma sessão tranquila. Houve crianças que saíram quando a hora de término chegou, mas 2 quiseram ficar mais um pouco, e entoar mais um mantra.
Foi muito íntimo! Senti o coração delas a vibrar com o som. E com uma entrega ao momento!
Acho que a maior parte dos adultos já perdeu esta capacidade: entregar-se de uma forma pura, sem condições prévias.
Foram momentos mágicos mas quase suplantados aquando do abraço de despedida! Uau!
Foi com alegria que sai do CAT pois sei que voltarei.
É muito gratificante sentir o interesse e a pré-disposição para a espiritualidade de certas crianças.CAT de Tercena: Até já! Quero viver mais experiências destas!
Este ritmo reflecte-se em tudo à nossa volta. Até na cidade em si. Nota-se que há menos tensão não ar. Tudo se torna progressivamente mais tranquilo. Até que em Agosto, a cidade quase que pára. Cada ano que passa mais desfruto da cidade em Agosto. Lisboa torna-se mais acolhedora, parece que fica maior e torna-se mais cosmopolita.
No CAT também. As aulas estão a terminar e os campos de férias, a começar.
Por sugestão da Direcção na terça passada, tivemos a última sessão antes do regresso às aulas, em Setembro.
Foi uma sessão tranquila. Houve crianças que saíram quando a hora de término chegou, mas 2 quiseram ficar mais um pouco, e entoar mais um mantra.
Foi muito íntimo! Senti o coração delas a vibrar com o som. E com uma entrega ao momento!
Acho que a maior parte dos adultos já perdeu esta capacidade: entregar-se de uma forma pura, sem condições prévias.
Foram momentos mágicos mas quase suplantados aquando do abraço de despedida! Uau!
Foi com alegria que sai do CAT pois sei que voltarei.
É muito gratificante sentir o interesse e a pré-disposição para a espiritualidade de certas crianças.CAT de Tercena: Até já! Quero viver mais experiências destas!
17/06/09
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